quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Desabafo 34

''Pobreza extrema''
Aos poucos vai crescendo um sentimento de revolta. Não compreendo de onde vem, sei apenas que ele cresce. Especialmente para assuntos que são simples e com uma certa facilidade de resolução. Estou extremamente preocupado com a situação actual ( quem sabe do passado) das pessoas que não têm absolutamente nada. Pergunto-me: como numa sociedade de trabalhadores, pessoas com vida, com vontade, ainda impera um classicismo social imenso e intenso? Através disso sempre digo: - O nosso amigo, Augusto Comte, o primeiro a estratificar a sociedade, deve tê.lo feito com uma intenção, mas hoje essa classificação na sociedade é causadora de diversos problemas. E o facto que desejo relatar aqui é fruto dessa estratificação. Dividir a sociedade em classes, parece que foi um pequeno erro que cometemos. Imagina, chamar as pessoas de por classe, vamos lá: uns são da classe baixa ( esses sofrem, até parece que não têm sonhos), outros da classe média (esses são mais ou menos, podem ter algumas coisas), outros da classe média alta (esses atingiram níveis distintos) e há outros que são da classe alta ( esses são os melhores, quase nada lhes afecta, até os seus sentimentos são pesados em balanças de ouro forrados com qualquer coisa que não sabemos dar um nome, apenas brilha). Vejo que o erro começou aí. Então, vamos começar por definir o que desejamos tratar:
Pobreza: Falta de recursos econômicos; nomeadamente a carência de rendimento ou riqueza (não necessariamente apenas em termos monetários). As medições do nível econômico são baseadas em níveis de suficiência de recursos ou em "rendimento relativo". Fonte: Wikipédia
Pois bem. Vejamos agora o seguinte: Quem é tão carente que não tem nada para se sustentar? Onde estão esses recursos? Onde está essa riqueza? Porque temos que sustentar a pobreza na nossa sociedade? Que implicações tem na nossa forma de viver? ´
É triste!. O que as pessoas estão a passar, daqui a pouco não teremos nome nem como classificar as dificuldades que estão a viver. Uns até contentam-se com o facto e vivem com o pouco que pode aparecer por aí? Esses recursos estão onde? Como buscá-los? Como conseguir?
A pobreza é flagelo. Em muitos lugares tornou-se causa principal de morte. A pobreza traz consigo a fome. Quem é pobre as vezes não sabe como vai acordar amanhã, fruto das adversidades que a vida vai apresentando. A pobreza não permite o crescimento, muito menos o desenvolvimento das pessoas, da sociedade ou comunidade, como queiram chamar. Aglutinada à probreza está a falta está a carência crónica que assolas as famílias. Devemos pensar com seriedade neste assunto. A pobreza vitimiza as pessoas, e neste momento, não devemos estar assim, pois, o mundo tem possibilidade de fazer mais, muito mais do que está a fazer agora.
Fala-se muito, e distribui-se documentos pelo mundo que retratam sobre direitos do homem, até existem os benditos objectivos do milénio, onde o primeiro elemento é a erradicação da pobreza. Entretanto, o que temos assistido é o inverso do verso que nos apresentam. Culpa nossa, não sabemos interpretar.
A pobreza até pode significar falta de recursos: rendimentos e riqueza. Tudo bem. E a pobreza extrema? Existe recursos? De onde vai sair a riqueza? Se algumas famílias estão perpetuadas a viver uma falência adquirida. É aí que deve entrar o Estado, com um papel preponderante, ou seja, fundamental, sobretudo no que toca a forma como as pessoas vivem...
By: P.K.F.A
01H42
02.10.2015

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