sábado, 31 de outubro de 2015

Oh, Why, Why

This is a love
This is  world I live
This is a moments I take
This is a list of the fear that I do

E aos poucos tudo se transforma
Mudando as cores, as sombras estão paradas
Olhando para o corpo flácido sem compaixão
Dando asas aos por quês, e as penumbras caiem...

Neste momento as cobranças aparecem
Trazem consigo a dor que enerva a alma
E aos poucos a fama se evapora no tempo
E os desejos transbordam-se sem esperança.

Eu acredito nos sintomas da vida
Nem tudo é perda, nem tudo é gracejo
Devemos sim prestar atenção aos actos nobres
Para sermos o ensejo da alma que precisa de vida.

Como não rebuscar os sentimentos bons?
E recriar os pensamentos que emanam deste coração forte
Que percebe as origens de cada um
E não deixa de mostrar os verdadeiros desenhos.

This is a love
This is  world I live
This is a moments I take
This is a list of the fear that I do

By: P.K.F.A
31-10-2015
23H30

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Desabafo 35

''Confusão atribulada''
Foi difícil. Mas o tempo não perdoa ninguém. O ano passado comecei a minha saga de desabafos, e sempre quis chegar ao número 35. Esse número é histórico. Pensei em falar de muita coisa. Os temas vinham, queria abordar sobre algo sério, que motivasse as pessoas, que permitisse aos homens e mulheres de boa vontade deste meu tempo e do futuro lerem e se reverem nele com verdade. O meu desabafo não deve trazer AZAR a ninguém, muito menos na Belita. Quero apenas transmitir aquilo que me vai na alma. E, é, também uma forma de dar a minha opinião. Participar. Isso mesmo participar.
É importante que saibamos aquilo que desejamos. É um processo. E este as vezes configura-se difícil, pois, não sabemos mensurar o tamanho das dificuldades. E nestes momentos de dificuldades procurámos a melhor maneira de nos enquadrarmos no nosso tempo e compreender o nosso espaço. Então, neste momento vou requerer e querer exalar o cheiro desta minha confusão. Apesar de ser por cima da confusão que existe neste meu território. Sinto que neste momento deveríamos ser amigos, irmãos, é neste momento que devíamos nos dar as mãos e andarmos juntos, procurar as soluções para os nossos pequenos-grandes problemas. Mas isso não acontece... A preferência é para o desconhecido para o individualismo.
Estou cansado de ver essa tribulação no povo. O povo devia estar alegre. Viver de acordo o seu esforço. Viver sabendo as consequências das suas acções. Viver e compreender os acontecimentos que assolam o seu território, e acima de tudo, ter condições para ajudar. Esse povo precisa ser compreendido. A auscultação é o melhor caminho. Mas até disso nos privam. Como então vamos reclamar das coisas que nos fazem mal. Como saberão que estamos descontentes?? Ó mundo, não nos deixa perecer neste manancial de tortura. Ajuda-nos a encontrar a verdade, mesmo que seja pela dor, mas que saibamos alcançar o desiderato de ver e ter um povo, que é SANTO, a vislumbrar as miragens com vontade. E que possam sentir saudade... - sim, saudade dos acontecimentos bons.
Chega de tortura. Esse povo merece ser olhado. Merece, acima de tudo e de todas coisas ser valorizado. Já vivemos muito tempo de opressão mútua, quer dizer, irmãos, que deveriam ajudar-se, estavam se matando. E com essa matança perdemos muito. As vidas se foram, e nunca mais voltarão. Algumas mentes brilhantes deste país nem se desenvolveram. Partiram muito cedo. Nem se manifestaram. Foram usadas para defender um ideal sanguinário. E, humildemente, permitam-me dizer/escrever: - perdemos muito tempo discutindo ideias que não nos levaram a lado nenhum, só perpetuaram a vingança entre os irmãos.Todos procuravam a paz. Desejara com veemência a saída do colono. e depois o trabalho de casa fora esquecido, e assim, começou a confusão. E o hoje é a prova disso. Em Angola está difícil compreender as vontades... Foi um período que considero iníquo. Sem sombra de dúvidas os intervenientes daquele tempo tinham as suas razões. E isso faz parte da nossa história, que está cada vez mais cambaleante porque existe muitos historiadores e cada um com a sua versão.‪#‎Chega_dessa_opressão_sem_precedentes_sem_forma‬...
A tristeza invade os nossos corações. Não sabemos como vai viver essa Angola nos últimos anos. Temos muitos problemas que estão a suplantar as benignidades de um povo que se assume humilde e pacífico. Não. Não, não mesmo. Nego-me a olhar para essa faceta que desejam impor ao nosso conhecimento e a nossa visão.Nós merecemos desfrutar de todas as liberdades consagradas. Não podemos depender somente de um constituição, que aos poucos é cada vez mais banalizada, esquecida e usada para satisfazer as minorias. Então quero pedir: - se não querem mais uma união, deixem de chamar este documento de ‪#‎Constituição‬. Não estamos a usar bem. Não estamos a seguir com segurança e seriedade o que ela nos recomenda. Para ser aprovada merece toda atenção do mundo, mas aplicá-la é duro.
Deixem o povo viver. Abram alas para este povo que merece toda atenção. Assim diz os preceitos da DEMOCRACIA que tanto nos orgulhamos em dizer e ouvir em muitos discursos no mundo inteiro. Oiçam o povo! Dizem, e ouvimos diversas vezes,‪#‎a_voz_do_povo_é_a_voz_de_Deus‬. E então?? Porque arranjamos subterfúgios para escutar a voz desse Deus que todos cobiçam e falam que acreditam e que desejam ardentemente ouvir e obedecer?
Essa confusão cheia de atribulações confunde a mente de muitos irmãos. Querem nos dizer que estamos bem, enquanto estamos mal. E nós vimos tudo isso. Angola é a terra onde tudo acontece. Tudo nos assola. Tudo nos afecta. Desde a falta de comida, boa educação, água, luz, conversas diárias, saneamento básico... Entre outros. O que falta, na verdade, para este país ser aquilo que todos queremos e esperamos com toda força? Angola!!!
Nem vou aqui discorrer sobre as nossas riquezas naturais. Porque é isto que tem nos dado outras dores de cabeça. já se foram as enxaqueca. Sobraram apenas as dores. Não há distribuição equitativa da renda. Penso que em nossas casas não comemos bolo, ou seja, as fatias não são bem distribuídas, e assim o problema tornou-se nacional. Riqueza de todos, agora é riqueza de muitos. Não entendo nada. Tudo bem. Já disse, não falarei das riquezas.
Só desejo que este povo seja auscultado!!
By: P.K.F.A
00H28
23-10-2015

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Medo de te perder

Depois de tudo que vivemos
Ver-te partir, é sinal de que as minhas acções foram inutéis
É o mesmo que pensar que não consegui me doar com prazer
É como se o tempo parasse e não me trouxesse nada de novo.

Eu sei que vou me arrepender depois
Pois meu coração exalta de tristeza por partires
Meu desejo é ter-te por perto, para amenizar minha caminhada
Preciso de alguém que cuida de mim.

Não quero me cansar deste amor tão bom, tão doce
É por este amor que meu mundo se transformou
É por este amor que eu deixei as futilidades
E agarrei o desejo de construir as verdadeiras pontes.

Neste momento sinto-me perdido
Distante, sem vontade de abduzir as verdades que me sustentam´
Porque me sinto vazio: falta você
O amor que me sustenta, que toma conta de mim.
Sem ti, meu juizo fica vazio
E aos poucos a compreensão fica cambaleante
E o medo toma conta de mim
Não quero te perder...

BY: P.K.F.A
11.10.12

E se eu arriscar tudo?

Simplesmente o modelo de vida não me impede
Acima de tudo me impele a conquista diária
A procurar saber onde andam as verdades
Desse amor que sempre foi bom e cheio de vida.

Vou rebuscar as forças
Andar por essas ruelas e ver o teu rosto
É como se o nada não existisse
Sinto-me cheio só de saber que estás perto.

Se eu olhar para o firmamento
Com certeza irei escrever as palavras mais lindas
Cobrirei a minha saudade com o manto da verdade
Doarei as minhas forças para a reconquista dessa paixão.

E assim, o meu mundo se anima
E a revolta invade por instantes o meu pensar
Meia volta em tudo, e o todo permanece abstracto
Onde as maneiras de agir cobram prazeres.

Deixarei tudo, só para te ter por perto
Sentir o teu calor, é esquecer o frio
E manter essa aparência, que advém do além
Para trazer a conquista que desejo alcançar.

As metas já estão escritas
E os papéis atirados no chão
As ideias vão e voltam 
Sem saber que preciso delas para conquistar.

Deixarei de respirar
Quero você do meu lado
O meu sust:ento absoluto
A minha segunda visão.

By:P.K.F.A
20-10-2015
11H53

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Lá se vai o amor

Onde quer que estejas
Quero que saibas que fui sempre eu
Sempre dei o melhor de mim para que a felicidade reinasse
E fiz o que pude para merecer um espaço.

Minha atitude cheia de escrúpulo
Foi invadindo o meu/nosso espaço e tempo
Tornando a vontade abstracta e sem significado
E assim, pude ver o quanto sou amorfo.

Sem medo de errar, sei que já não voltas
O sentimento é pequeno
Foi para bem longe
E agora queres renovar...

E com o espaço que procuras
Pretendes vomitar o ego cambaleante 
Que exige prazeres sem fim.

Como não aceitar?
Se as verdades desse amor estão fora do alcance
Como não pensar?
Se a saudade cobra a tua presença
Como não chorar por dentro?
Se exterior não permite que sintamos a verdade.

Questionamentos profundos invadem o meu imaginar
Sem sombra de dúvidas, amanhã estarei louco
Complexado e cheio de poeiras para limpar
Cheio de anormalidades para compreender.

E assim, devo aceitar e reconhecer que o amor
Já não é o mesmo, mudou de côr
Foi para bem longe. Onde a onda só vai e não volta
Onde o silêncio é o melhor professor.

By: P.K.F.A
02.10.2015
00H50

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Desabafo 34

''Pobreza extrema''
Aos poucos vai crescendo um sentimento de revolta. Não compreendo de onde vem, sei apenas que ele cresce. Especialmente para assuntos que são simples e com uma certa facilidade de resolução. Estou extremamente preocupado com a situação actual ( quem sabe do passado) das pessoas que não têm absolutamente nada. Pergunto-me: como numa sociedade de trabalhadores, pessoas com vida, com vontade, ainda impera um classicismo social imenso e intenso? Através disso sempre digo: - O nosso amigo, Augusto Comte, o primeiro a estratificar a sociedade, deve tê.lo feito com uma intenção, mas hoje essa classificação na sociedade é causadora de diversos problemas. E o facto que desejo relatar aqui é fruto dessa estratificação. Dividir a sociedade em classes, parece que foi um pequeno erro que cometemos. Imagina, chamar as pessoas de por classe, vamos lá: uns são da classe baixa ( esses sofrem, até parece que não têm sonhos), outros da classe média (esses são mais ou menos, podem ter algumas coisas), outros da classe média alta (esses atingiram níveis distintos) e há outros que são da classe alta ( esses são os melhores, quase nada lhes afecta, até os seus sentimentos são pesados em balanças de ouro forrados com qualquer coisa que não sabemos dar um nome, apenas brilha). Vejo que o erro começou aí. Então, vamos começar por definir o que desejamos tratar:
Pobreza: Falta de recursos econômicos; nomeadamente a carência de rendimento ou riqueza (não necessariamente apenas em termos monetários). As medições do nível econômico são baseadas em níveis de suficiência de recursos ou em "rendimento relativo". Fonte: Wikipédia
Pois bem. Vejamos agora o seguinte: Quem é tão carente que não tem nada para se sustentar? Onde estão esses recursos? Onde está essa riqueza? Porque temos que sustentar a pobreza na nossa sociedade? Que implicações tem na nossa forma de viver? ´
É triste!. O que as pessoas estão a passar, daqui a pouco não teremos nome nem como classificar as dificuldades que estão a viver. Uns até contentam-se com o facto e vivem com o pouco que pode aparecer por aí? Esses recursos estão onde? Como buscá-los? Como conseguir?
A pobreza é flagelo. Em muitos lugares tornou-se causa principal de morte. A pobreza traz consigo a fome. Quem é pobre as vezes não sabe como vai acordar amanhã, fruto das adversidades que a vida vai apresentando. A pobreza não permite o crescimento, muito menos o desenvolvimento das pessoas, da sociedade ou comunidade, como queiram chamar. Aglutinada à probreza está a falta está a carência crónica que assolas as famílias. Devemos pensar com seriedade neste assunto. A pobreza vitimiza as pessoas, e neste momento, não devemos estar assim, pois, o mundo tem possibilidade de fazer mais, muito mais do que está a fazer agora.
Fala-se muito, e distribui-se documentos pelo mundo que retratam sobre direitos do homem, até existem os benditos objectivos do milénio, onde o primeiro elemento é a erradicação da pobreza. Entretanto, o que temos assistido é o inverso do verso que nos apresentam. Culpa nossa, não sabemos interpretar.
A pobreza até pode significar falta de recursos: rendimentos e riqueza. Tudo bem. E a pobreza extrema? Existe recursos? De onde vai sair a riqueza? Se algumas famílias estão perpetuadas a viver uma falência adquirida. É aí que deve entrar o Estado, com um papel preponderante, ou seja, fundamental, sobretudo no que toca a forma como as pessoas vivem...
By: P.K.F.A
01H42
02.10.2015