domingo, 30 de março de 2014
Fora do baralho
Pertenço a um conjunto
Ao meio que me identifico
Pois é lá onde me sustento
E auguro por um futuro ''fino''.
É com eles que me sinto homem
Porque lá confirmo a minha coragem
Instigo o meu ardor sem pensar no ontem
Ambiciono infinidades de prazer
Que elevam meu dom por lisonjearem...
À medida que cresço desapareço de mim
Busco por prazeres novos sem fim
Interrogo-me... Acrescento valores
Que devem estar impregnados...
O conjunto reconhece-me
E a todo tempo busca-me
Permitindo a entrada de diferenças...
No fundo sou eu que não mereço
Não pertenço a este baralho
Não é meu...
Estou constantemente sem endereço.
By:P.K.F.A
28.03.2014
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