Minha esperança. O que faço com ela?
Esperança do outro. Que valor eu dou?
Nem sei onde, ou como começar a esboçar este meu lamento desconhecido. Apenas sei que ela nos fortalece, impõe em nós uma força extra que impele-nos a um patamar imbuído de certezas.
Esperança do outro. Que valor eu dou?
Nem sei onde, ou como começar a esboçar este meu lamento desconhecido. Apenas sei que ela nos fortalece, impõe em nós uma força extra que impele-nos a um patamar imbuído de certezas.
Por isso somos esforçados... Somos curiosos, sobretudo animados a
continuar a transformar com prazer e sabedoria a nossa forma de agir e
de transmitir os insucessos e sucessos do nosso humilde caminhar. Somos
levados a despertar o interesse, a elaborar corolários cheios de axiomas
prontos que devem demonstrar vontade de evitar o erro crasso.
É a
esperança, pronta ou não, mas que está aí, atenta ao nosso momento de
fraqueza e desespero; ela está aí!... Mas não sou o único que a
possuo... O que faço com a minha? Uso-a em todos momentos fixos e limpos
da minha eterna caminhada para o/um horizonte temporal... E a do outro?
Valorizo-a, respeito-a embora não compreendendo a sua extensão ou
evolução.
A minha esperança começa onde termina a esperança de outrem.
By: P.K.F.A
28.03.2014
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