''Manifesto esculpido''
Como não aceitar?
Se as verdades desse amor estão fora do alcance
Como não pensar?
Se a saudade cobra a tua presença
Como não chorar por dentro?
Se exterior não permite que sintamos a verdade.
Se as verdades desse amor estão fora do alcance
Como não pensar?
Se a saudade cobra a tua presença
Como não chorar por dentro?
Se exterior não permite que sintamos a verdade.
É nesses momentos que nós esquecemos o que é normal. É, precisamente, nesses momentos que as nossas forças perdem o seu valor, e a vontade de rebuscar o que é real é eminente. As lembranças vão forçando os acontecimentos à demonstração carnal dos aspectos que não estão evidentes. E o clima ameno deste verão obriga-nos a transportar, mesmo que na desordem, os factos marcantes do nosso tempo a dois. E, por aí, lembro-me e, é verdade, não minto: - Eu fui muito feliz contigo!... Somente as acções para ensinarem as melhores maneiras de doar-se ao amor que sempre sonhamos.
Como não aceitar?
Se as verdades desse amor estão fora do alcance
Como não pensar?
Se a saudade cobra a tua presença
Como não chorar por dentro?
Se exterior não permite que sintamos a verdade.
Se as verdades desse amor estão fora do alcance
Como não pensar?
Se a saudade cobra a tua presença
Como não chorar por dentro?
Se exterior não permite que sintamos a verdade.
Pensei que fosse eterno, pois, esperei muito por este amor, por este encontro encantador. Tudo foi uma magia!! Até a minha desordem prontificou-se em mudar o ritmo de vida. Só você para entender a razão deste sentimento ser tão grande. Adoraria não sentir mais... Impossível.! Sonho contigo nalgumas noites, e só durmo com a certificação de que também estás bem. Estou atolado de trabalho, mas, nos momentos que proponho-me a pensar em ti, é como a pluma, e a lucidez invade o meu silêncio...
Nada melhor que ver a tua imagem reflectida na minha imaginação. Ela serve para acalmar o meu ânimo. Ao longo dos tempos discuto com a minha consciência, pergunto-me como fui capaz de errar: - e hoje não consigo encontrar o erro, muito menos as razões que me levaram a errar. Aí, como eu me sentia bem contigo. Sem você sinto-me estranho comigo mesmo...Solto...
Sinto-me como se fosse um carrapato
Que vive nesta melancolia evidenteQue não percebe os seus próprios abusos
E que sonha com uma verdade inexistente.
By: P.K.F.A
06.06.2016
21H26
06.06.2016
21H26
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