Sinto-me como se fosse um carrapato
Que vive nesta melancolia evidente
Que não percebe os seus próprios abusos
E que sonha com uma verdade inexistente.
Que vive nesta melancolia evidente
Que não percebe os seus próprios abusos
E que sonha com uma verdade inexistente.
Procuro saborear as verdades da minha alma
Para encontrar consolo nesta caminhada
Mas as ''malambas'' sempre deixam-me cair
Com isso, fustigo a minha herança.
E o meu coração procura abrigo
Neste turbilhão de acontecimentos trágicos
Desta obra inacabada que perdura insistentemente
Nem mesmo a minha mente aguenta.
Os sorrisos foram abduzidos pelo vento
E a tortura latente permanece forjando vontades
Abrindo caminhos para as iniquidades sombrias
Que se levantam para mostrar o seu valor.
Os caminhos configuram-se azedos
A vontade de continuar torna-se pequena
Levando-nos a criar prazeres desfavorecidos
Que ajudam-nos a derrubar o amor que sonhamos.
E agora!? Que direcção seguimos?
Por onde devemos ir? Onde está a vontade?
Escafedeu-se na vontade de querer transformar
O mundo interior...
By: P.K.F.A
01.04.2015
Para encontrar consolo nesta caminhada
Mas as ''malambas'' sempre deixam-me cair
Com isso, fustigo a minha herança.
E o meu coração procura abrigo
Neste turbilhão de acontecimentos trágicos
Desta obra inacabada que perdura insistentemente
Nem mesmo a minha mente aguenta.
Os sorrisos foram abduzidos pelo vento
E a tortura latente permanece forjando vontades
Abrindo caminhos para as iniquidades sombrias
Que se levantam para mostrar o seu valor.
Os caminhos configuram-se azedos
A vontade de continuar torna-se pequena
Levando-nos a criar prazeres desfavorecidos
Que ajudam-nos a derrubar o amor que sonhamos.
E agora!? Que direcção seguimos?
Por onde devemos ir? Onde está a vontade?
Escafedeu-se na vontade de querer transformar
O mundo interior...
By: P.K.F.A
01.04.2015
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