domingo, 8 de fevereiro de 2015

Desabafo 28

''Autêntico devaneio, cheio de verdade''

Não quero tornar estas pequenas linhas muito chatas ou pouco conclusivas que não chegam a transmitir nada de importante ao caro amigo que se dispor a lê-las. Quero apenas mostrar como nos sentimos quando estamos perante várias situações da vida quotidiana. Seu objectivo principal é dizer: - na via da vida, os acontecimentos não esperam ninguém, cada um deve saber explorar... Só assim estaremos aptos para dizer, eu posso ser, eu posso saber, eu posso querer, eu posso, eu posso...

Procurar a melhor forma de encarar os acontecimentos é o que todos desejam, e, assim, aprendemos a encarar a vida com uma certa precisão ( mesmo que não seja igual a dos peritos), a melhorar nossas acções e a entender o chamado da existência com maturidade e força de vontade. Com isso, esforçamo-nos a mandar para fora tudo aquilo que é do maligno, ou seja, o que nos faz mal, o que quer tornar-nos feios e meticulosos ao longo do tempo. - É uma luta tremenda, cheia de pedras no caminho. É aí que cada um aprende ( uns mal, outro bem, outro de forma mediana), a visitar nosso ser com profundidade e deixar a superficialidade de lado, mesmo que por alguns minutos, pois, precisamos a cada/todo momento ouvir-nos... Isso levar-no-á a compreender o sentido da vida. A simplicidade que buscamos, mesmo sem sabermos, informa-nos sobre o que devemos acatar ao longo desta grande caminhada.

Estou surpreso comigo... Convosco também. Há certos acontecimentos que nos deixam perplexos... É neste momento que a vontade fazer alguma coisa adormece... Em contrapartida outro sentimento ferve dentro de nós, procurando dar solução... Querendo envolver tudo de nós para ver tudo solucionado. - É nesta altura que nos sentimos aliviados, dentro e fora, fora e dentro... É assim que alcançamos a paz do interior. - Eu acho. Estou de certa forma indignado, no entanto, continuo a procurar mecanismos de firmar minha vontade de ser bom. De querer ser uma pessoa aberta e a vontade no mundo. Com vontade de realizar... Realizar para poder manter um legado. Legado este que deve estar imbuído de exemplos que possam ajudar as pessoas de um certo tempo, de uma certa época, a melhorar a sua forma de pensar, agir, ser e estar. Obrigo-me neste momento a repensar nas diversas falácias que habitam em meu coração. Não sei até que ponto elas contribuem para o meu desenvolvimento, mas elas existem, estão aí, perenes ou não, mas elas estão ai, funcionam... Então posso concordar com a minha segunda voz: - elas têm a sua função. Espera. Vou explicar. A sua função é de causar muita confusão em nós. Nos nossos pensamentos, na nossa vontade imensa de querer viver. Essas falácias são duras, não se derrubam com facilidade... Por isso, nós devemos ser seres com muita capacidade, de modo que consigamos ultrapassar todas as barreiras por elas impostas. Elas são extremamente figurativas. As vezes até, prevalecem em nós, especialmente quando estamos fracos.

Neste contexto de vida, onde cada um pode escolher o que ser, o que querer até mesmo o que falar, precisamos de animar nosso estado de calma para ajudar-nos a resolver certos acontecimentos. A calma, é uma fonte inesgotável de enriquecimentos e conhecimentos. Ela sabe fornecer as verdades que nos faltariam num dado momento... Lembra-te: quando estamos nervosos, agimos, e quando nos acalmamos reflectimos. É assim que possuo uma vontade, e digo mesmo: - é imensa, de ver o mundo mais visível, e as pessoas mais abertas para si mesmo. Entender o carinho que cada pode dar ao outro... 

By: P.K.F.A
08.02.2015
14H14

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