sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Pra quê?

Para quê? E porquê falar de coisas que não interessam? Porque ficas no meio dos amigos inventadno conversas que não têm nda haver contigo? Falar de coisas que nunca viveste ou vives. O teu dia-a-dia é diferente, não te envergonhes por isso, conta aos outros as tuas pequenas experiências... faça com que elas se tornem grande no coração das pessoas, não precisa mentir ou fingir... Tudo está em nossa mãos, vamos caminhar..

By: Kiadiakianganicó Diakiangani


P.K.F.A

Imagine!

Nao quero ser controverso em secar minhas emoxoes Que constituem a minha alma Que acarretam sempre os meus ossos desde o primeiro dia Que conheci o mundo... Sou contrario quando nao consigo expressar o Que sinto em palavras, e depois arrependo-me por nao te-lo feito a tempo oprtuno... Felicidades ao mundo... E a todos Que o compoem.

By: Kiadiakianganicó Diakiangani

P.K.F.A

 06.09.2012

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Não sei


Não sei!...

Não sei se, ando ou paro: as dificuldades são inumeras e de todo efemeras...
Não sei se, amo ou odeio: as vezes nem entendo bem o significado destes sentimentos...
Não sei se, choro ou calo: sinto-me anestesiado e sem forças para continuar, os problemas só aumentam...
...
Não sei... Não sei, se...

By: Kiadiakianganicó Diakiangani

P.K.F.A

No silêncio!

No silêncio ouve-se muito...
No silêncio abstrai-se muito...
No silêncio come-se muito...
No silêncio concorda-se muito...
No silêncio vive-se muito...
No silêncio ama-se muito...
No silêncio comove-se muito...
No silêncio demonstra-se muito...
No silêncio corroi-se muito...

 No silêncio controla-se muito... No silêncio... Só no silêncio conseguimos concertar nossas magoas adversas, e com a realidade real aprendemos a conquistar.

 No silêncio... Só ali, ali, consigo aproximar-me do meu eu, que a cada dia não se cansa de labutar para se ver transformado destes transtornos imaginaveis e inoportunos da vida.

 Silêncio! Que definição dar-te? Que palavras te servem? No silêncio!... Da ambiguidade humana, aprendi a perceber algumas das minhas falhas e fraquezas, e com isso, já sei porque nalguns momentos sou considerado um ser errante.

By: Kiadiakianganicó Diakiangani

P.K.F.A

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Medo!

Medo! Tenho medo! - De nunca mais acordar, e ver a vida do outro lado. Medo de deixar de amar, mesmo sem dar por conta. Mas sei que amo(ei) alguém nessa vida. Tenho Medo! - De olhar em mim, e sentir-me vazio. Medo de perder o olhar fantástico de criança e de adulto. Tenho Medo! - De sentir-me quieto e sem nunca mais levantar-me. Medo de não mais ver o alcançável.
Tenho Medo! - De despreocupar-me pelos meus amigos. Medo só de saber que não os terei por perto. Tenho Medo! - De dormir mesmo sem ter o sono suficiente. Medo de saber que amanhã ainda acordarei com muito sono. Tenho Medo! - De andar sem rumo, apesar de ter os melhores cuidados. Medo só de saber que os cuidados perderam a sua imagem. Tenho Medo! - De sentir a saudade infinita, por todos que achei presentes infinitamente na minha vida. Medo do infinito não estar quando mais precisar dele. Tenho Medo! - De perder o tempo, pelo tempo que não deu tempo para temporizar os meus afazeres. Medo de me perder pela vida, e o tempo lá se vai... Tenho Medo! - De falar, porque as vezes não sou percebido. Medo da minha voz passar pelo maior calafrio da vida. Tenho Medo! - De não ter tempo de cuidar do meu próximo. Medo de perder o meu amigo feliz... Tenho Medo! - De não estar no momento em que me precisarem. Medo de desaparecer cedo no/do mundo Tenho Medo! Medo de perder o meu medo.

By: Kiadiakianganicó Diakiangani

P.K.F.A

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Quero muito.

Quero muito acertar.  - Quem não quer?
 - As oportunidades, são feitas para todas as pessoas, diz o autor «é uma das coisas que não volta».
Quero muito aproveitar. - Quem não quer?
- Estamos todos pedindo que as nossa vontades sejam satisfeitas, contudo, cabe a nós saber apreciar as coisas boas da vida.
Quero muito encontrar. - Quem não quer?
Encontrar os elementos essências para a manifestação das nossas vontades aos outros, e a nós mesmos.
Quero muito dar? - Quem não quer?
Fazer-se feliz, e sentir-se feliz. Os outros também merecem, e nós fomos feitos para suprir as pequenas necessidades de cada um.
Quero muito informar. - Quem não quer?
 - Sentir que estou a contribuir para o bem-estar da colectividade.
Quero muito inovar.  - Quem não quer?
- Disse Baden Powel: «Deixa o mundo melhor do que encontraste». Sempre temos a oportunidade de trazer ao mundo o que é novo e bom para os nossos. Vamos para frente, e não desanimemos.

Não sei, se fui claro, o suficientemente claro, mas tu entenderás a mensagem que desejo transmitir, pois, um dia já sentiste alguma dessas coisas na tua vida.
Sempre precisamos fazer um encontro pessoal ou impessoal (me refiro aos seus/meus sentimentos). Vamos continuar, e podemos sempre criar um mundo melhor, assim como Jesus Cristo o quis quando veio ao mundo mostrar-nos o plano salvífico de Deus.
Contudo, nos encontraremos lá, onde todos conhecemos, mas não sabemos como é.
Abraços fraternal.

By: Kiadiakianganicó Diakiangani

P.K.F.A

13/02/2012

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Contos da Vida

A fuga

               
Passava das quatro da madrugada quando desligou o computador. Nos últimos meses sua vida transformara-se num tormento. Não definia mais o que era real e o que era  virtual. Não conseguia dar conta dos mais de três mil amigos das redes sociais. Passava o dia tentando ser simpático a todos que lhe mandavam mensagens.

Tinha mais de 50 namoradas virtuais. No início, até  era   divertido, alguns meses  depois,    sentiu-se enfastiado. Saía com mulheres diferentes, todos os dias.  Não conseguia  satisfazer a sede de amor feminina. Era muita candidata  mandando SMS. E-mails.   Xingando-o  nas redes sociais.  Por vezes, acreditava ter perdido a capacidade de amar.  A vida virara do avesso.  O chefe o demitiu. Não conseguia entregar os projetos dentro do prazo.

 Desempregado, a obsessão virtual aumentou.  Dormia de madrugada.  Acordava  cedo e ligava o computador.  Precisava saber das novidades.  Ficaria apenas uma hora. Pensava. Só que, falava com um , com outro, e quando olhava o relógio , era  hora do almoço. Comia pouco.  Esquecia   de jantar. Muita coisa para fazer no mundo virtual. Ler as notícias. Selecionar as mais importantes. Escutar música. Dar opinião nos assuntos mais polêmicos do momento.  Responder aos amigos.

A mãe reclamava que ele sumira da casa dela . Bebia uma cervejinha na frente do computador.  Ir ao banheiro era um sacrifício. Segurava até o último momento. Prendia a respiração. Culpa da ansiedade. Não podia perder tempo.   Mais de cem e-mails para responder. A cabeça girava.  O  msn piscava demoníaco . Até a mãe pediu autorização .

  Reencontrara , nas redes sociais, amigos de infância. Do mesmo prédio. Colégio.  Um destes amigos, coleguinha de turma,  um branquelo, que usava aparelho nos dentes, atualmente casado, pai de  dois meninos,  queria saber  se  ele colara na prova de português sobre análise sintática. Ele foi o único a tirar dez na turma. Não lembrava.  Faria  alguma diferença lembrar   ? Teve vontade de  gritar.  Sentiu pela primeira vez, que precisava se desligar do mundo .  Planejara milimetricamente  a liberdade  .  Morreria virtualmente. Com o dinheiro da indenização,  viajaria para um lugar distante. Com dificuldade de acesso a internet .  Adeus Bill Gates.  Steve Jobs.  Zuckerberg . Branquelos e namoradas carentes. Queria reencontrar a identidade. Sentir novamente,  o gosto da liberdade.

Fonte: contosdavidareal.blogspot.com
Autora: Celamar Maione